União das entidades médicas

Nunca é demais lembrar a importância da união das entidades médicas na defesa da profissão e da saúde do país. A união dos Conselhos Regionais e Federal de edicina, APMs e AMB tem sido uma meta da grande maioria dos médicos e muito tem se avançado nesse sentido.

A defesa do trabalho profissional, com uma remuneração justa e condições de trabalho adequadas, sempre foi objetivo primordial e precisamos avançar na consecução desse objetivo. Dificuldades no reajuste de consultas e procedimentos causaram e continuam causando grande dificuldades aos médicos. Custos crescentes, instabilidade econômica, inflação são alguns dos problemas enfrentados pelos médicos.

A saúde pública, por sua vez, continua sendo fonte de preocupações. O financiamento do setor público de saúde sempre enfrentou dificuldades, as quais sempre se agravam em momentos de crises. Distribuição de medicamentos, remuneração de procedimentos e custeio dos hospitais são desafios que deveremos enfrentar no próximo ano.

Questões de natureza ética, como o desenvolvimento da telemedicina, precisam
continuar a serem discutidas e novos caminhos se abrem. Necessário a participação de todos os colegas para que novas tecnologias sejam incorporadas no atendimento sem prejuízo da segurança dos pacientes.

A formação médica, fiscalização das instituições de ensino e residências médicas precisam receber atenção e precisamos de diálogo com as entidades governamentais responsáveis. Igualmente, a validação de diplomas estrangeiros precisa ser realizada por entidades competentes para avaliação de conhecimentos, habilidades e competências. Não podemos e não aceitaremos em qualquer hipótese a prática de ações impensadas do passado que venham a colocar a saúde de nossa população em risco.
Os desafios são inúmeros e resultados somente serão possíveis com a união de entidades e o diálogo com toda a comunidade médica.

Francisco Ruiz – Presidente da APM Indaiatuba

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